Neurociência Para Leigos - Tradução 2ª edição

Para usar e entender este livro, você não precisa saber nada sobre o cérebro, exceto que você tem um. Neste livro, tratamos o máximo possível do básico com linguagem simples e diagramas fáceis de entender, e quando você encontrar termos técnicos como córtex cingulado anterior ou trato vestíbulo-espinhal, explicamos o que eles significam em linguagem clara.

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  • Descrição
    Neurociência Para Leigos - Tradução 2ª edição

    Qual é a base biológica da consciência?

    Onde as memórias são armazenadas?

    Qual é a base neural da tomada de decisão?

    Se você está estudando o cérebro, o comportamento ou a cognição — ou só acha esses assuntos intrigantes —, este guia atualizado é para você. Descubra fatos fascinantes sobre a estrutura e a função cerebral, novas tecnologias e resultados de pesquisa, e mais!
    Para usar e entender este livro, você não precisa saber nada sobre o cérebro, exceto que você tem um. Neste livro, tratamos o máximo possível do básico com linguagem simples e diagramas fáceis de entender, e quando você encontrar termos técnicos como córtex cingulado anterior ou trato vestíbulo-espinhal, explicamos o que eles significam em linguagem clara.
  • Sobre o Autor
  • Especificação

    Características

    Tipo de LivroLivro Físico

    Especificações

    Sobre o AutorFrank Amthor

    Frank Amthor é professor de psicologia na Universidade do Alabama, em Birmingham. É pesquisador há mais de 20 anos em processamento visual retinal e central e próteses neurais. Publicou mais de 100 artigos em periódicos, capítulos de livros e resumos de conferências.
    Informações TécnicasSumário

    INTRODUÇÃO
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
    Sobre Este Livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
    Penso que... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
    Ícones Usados Neste Livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
    Além Deste Livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
    De Lá para Cá, Daqui para Lá . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

    PARTE 1: APRESENTANDO O SISTEMA NERVOSO . . . . . . . . . 5

    CAPÍTULO 1: Uma Rápida Viagem Através do
    Sistema Nervoso
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
    Entendendo a Evolução do Sistema Nervoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
    Especializando e comunicando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
    Evoluindo para animais complexos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
    Entra o neocórtex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
    Observando como o Sistema Nervoso Funciona . . . . . . . . . . . . . . . 10
    O importante papel dos neurônios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
    Associando em circuitos, segmentos e módulos . . . . . . . . . . . . 11
    Que carga: O papel da eletricidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
    Entendendo a organização modular do sistema nervoso . . . . . 13
    Observando as Funções Básicas do Sistema Nervoso . . . . . . . . . . . 13
    Sentindo o mundo ao seu redor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
    Movendo-se com neurônios motores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
    Decidindo e fazendo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
    Processando pensamentos: Usando inteligência e memória . . 16
    Quando as Coisas Dão Errado: Doenças Neurológicas e Mentais . 17
    Revolucionando o Futuro: Avanços em Vários Campos . . . . . . . . . . 18
    Tratando disfunções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
    Aumentando funções: Mudando quem somos . . . . . . . . . . . . . . 20

    CAPÍTULO 2: Tudo sobre o Cérebro e a Medula Espinhal . . . . . . 21
    Observando Dentro do Crânio: O Cérebro e suas Partes . . . . . . . . 22
    O neocórtex: Controlando os controladores . . . . . . . . . . . . . . . . 22
    Abaixo do neocórtex: O tálamo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
    O sistema límbico e outras áreas subcorticais importantes . . . 31
    Fazendo a transição entre o cérebro e a medula espinhal . . . . 35
    Observando as diferenças: Tamanho, estrutura e
    outras variações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
    A Medula Espinhal: A Intermediária entre os Sistemas Nervosos . 40
    Observando o reflexo espinhal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
    Movendo seus músculos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
    Lutando ou Fugindo: O Sistema Nervoso Autônomo . . . . . . . . . . . . 43
    Como Sabemos o que Sabemos sobre Atividade Neural . . . . . . . . 43
    Examinando problemas causados por danos cerebrais . . . . . . 44
    Usando tecnologia para visualizar o cérebro: Dos antigas
    EEGs até hoje . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44

    CAPÍTULO 3: Entendendo como os Neurônios Funcionam . . . 47
    Básico sobre Neurônios: Não é Só Mais Uma Célula no Corpo . . . 48
    Enviando e recebendo informação entre neurônios:
    Receptores sinápticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
    Recebendo dados do ambiente: Receptores especializados . . 51
    Receptores ionotrópicos versus metabotrópicos . . . . . . . . . . . . 51
    As três principais classes funcionais de neurotransmissores . . 53
    Que Chocante! Neurônios como Dispositivos Elétricos
    de Sinalização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
    Caramba, pulsos — O potencial de ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
    Fechando o ciclo: Do potencial de ação à liberação do
    neurotransmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
    Movendo-se com Neurônios Motores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
    Células Não Neuronais: Células da Glia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
    Astrócitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
    Oligodendrócitos e células de Schwann . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
    Células da micróglia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
    Técnicas de Registro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
    Microeletrodos extracelulares individuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
    Redes de microeletrodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
    Eletrodos intracelulares de agulha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
    Eletrodos Patch-clamp . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
    Dispositivos de imagem ótica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

    PARTE 2: TRADUZINDO O MUNDO INTERNO E
    EXTERNO ATRAVÉS DOS SENTIDOS
    . . . . . . . . . . . . . 65

    CAPÍTULO 4: Sentindo do Seu Jeito: Os Sentidos da Pele . . . . . . 67
    Como Você Sente? A Verdade sobre a Pele e seus
    Neurônios Sensoriais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
    Propriedades gerais da pele . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
    Sentindo o toque: Os mecanorreceptores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
    Como os mecanorreceptores funcionam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
    Sentindo temperatura e dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
    Sentindo posição e movimento: Propriocepção e cinestesia . . 73
    Receptores da Pele, Circuitos Espinhais Locais e Projeções
    para o Cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
    Saídas do receptor somatossensorial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
    Localizando a sensação: Áreas sensoriais corticais
    especializadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
    Entendendo os Aspectos Complexos da Dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
    Reduzindo — ou ignorando — a dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
    Livre de dor e odiando isso: Neuropatia periférica............ 79
    Dor crônica e diferenças individuais em percepção de dor . . . 80

    CAPÍTULO 5: Observando a Visão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81
    Os Olhos Vencem: Uma Olhada Rápida em seus Olhos . . . . . . . . . 82
    A retina: Convertendo fótons em sinais elétricos . . . . . . . . . . . . 83
    Capturando fótons: Luz e fototransdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
    Enviando a mensagem ao cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
    Processando sinais dos fotorreceptores: Células
    horizontais e bipolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85
    Enviando e formatando a mensagem: Células
    ganglionares e amácrinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
    Dos Olhos aos Centros de Visão do Cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
    Destino: Tálamo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
    Outros destinos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
    Do tálamo ao lobo occipital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93
    Problemas de Visão e Ilusões Visuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
    Parecem iguais para mim: Daltonismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
    Entendendo a cegueira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
    Ilusões visuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

    CAPÍTULO 6: Falando Alto: O Sistema Auditivo . . . . . . . . . . . . . . . 101
    A Orelha: Capturando e Decodificando Ondas Sonoras . . . . . . . . 102
    Reunindo sons: A orelha externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103
    A orelha média . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105
    Tocando acordes para o cérebro: A orelha interna . . . . . . . . . 105
    Dando Sentido aos Sons: Projeções Auditivas Centrais . . . . . . . . . 109
    Pare antes do tálamo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
    Em direção ao tálamo: O núcleo geniculado medial . . . . . . . . 110
    Processando sons no cérebro: O lóbulo temporal superior . . 110
    Lidando com padrões auditivos complexos.................111
    Localizando Sons . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
    Calculando o azimute (ângulo horizontal) . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
    Detectando elevações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115
    Eu Não Consigo lhe Ouvir: Surdez e Zumbidos . . . . . . . . . . . . . . . . 115
    Perda auditiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115
    Ah, aqueles mosquitos zzz zzz zzz zzz zzz zzz: Zumbidos . . . . 116

    CAPÍTULO 7: Odores e Paladar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
    Que Cheiro É Esse? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118
    Classificando as coisas pelo bulbo olfatório . . . . . . . . . . . . . . . . 119
    Projetando por caminhos diferentes.......................119
    Especificando mais no córtex orbitofrontal . . . . . . . . . . . . . . . . 123
    Tendo Bom Gosto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
    A língua discriminante: Os quatro gostos básicos . . . . . . . . . . 125
    Enviando a mensagem do gosto ao cérebro:
    Codificação do gosto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127
    Identificando e lembrando dos gostos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
    O Papel do Aprendizado e da Memória no Paladar e no Olfato . . 130
    Falta de Paladar e Problemas no Olfato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
    Pouco ou nenhum olfato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
    Saciedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132

    PARTE 3: SEGUINDO EM FRENTE: SISTEMAS
    MOTORES
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133

    CAPÍTULO 8: Os Fundamentos dos Movimentos . . . . . . . . . . . . . 135
    Identificando os Tipos de Movimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136
    Movimentos que regulam funções corporais internas . . . . . . 136
    Movimentos reflexivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
    Movimentos planejados e coordenados....................138
    Controlando o Movimento: Planejamento Central e
    Execução Hierárquica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138
    Ativando movimentos musculares involuntários . . . . . . . . . . . 139
    Ativando o reflexo de retirada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139
    Subindo na hierarquia: Locomoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141
    Usando seu cérebro para comportamento
    motor complexo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
    Puxando a Carga: Células Musculares e seus Potenciais
    de Ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
    Distúrbios Musculares e do Neurônio Motor Muscular . . . . . . . . . 145
    Miastenia grave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145
    Doenças virais do neurônio motor: Raiva e poliomelite . . . . . 145
    Lesão da medula espinhal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146

    CAPÍTULO 9: Coordenando Mais as Coisas: A Medula
    Espinhal e as Vias Medulares
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
    O Reflexo de Retirada: Uma Resposta de Ciclo Aberto . . . . . . . . . 148
    Mantenha sua Posição! Reflexos de Ciclo Fechado . . . . . . . . . . . . 149
    Forças opostas: Pares musculares extensor-flexor . . . . . . . . . 149
    Determinando a taxa de disparo correta com o circuito
    neural comparador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150
    Os Reflexos Moduladores: Equilíbrio e Locomoção . . . . . . . . . . . . 151
    Mantendo o equilíbrio: O reflexo vestíbulo-espinhal . . . . . . . . 152
    Faça a locomoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
    Corrigindo Erros sem Feedback: O Cerebelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155
    Observando os sistemas cerebelares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156
    Prevendo a localização do membro durante o movimento . . 157
    Focando em controle do movimento cortical e
    tronco encefálico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158

    CAPÍTULO 10:Planejando e Executando Ações . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
    Transformando o Movimento de Reflexos a Conscientes,
    ou Ação Gerada por Objetivo
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160
    Como os lóbulos frontais funcionam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161
    Planejando, corrigindo, aprendendo: Córtex pré-frontal
    e processadores subcorticais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163
    Memória operacional (ou de trabalho) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163
    Iniciando ações: Gânglios basais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164
    No meio das coisas: Áreas
    suplementares e pré-motoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166
    O cerebelo: Onde você coordena e aprende movimentos . . . 167
    Juntando tudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168
    Onde Estão os Neurônios de Vontade Própria? . . . . . . . . . . . . . . . 169
    O que vem primeiro: O pensamento ou a ação? . . . . . . . . . . . 169
    Contemplando os resultados do estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170
    Você ainda é responsável! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171
    Descobrindo Neurônios Novos (e Estranhos) . . . . . . . . . . . . . . . . . 171
    Neurônios-espelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172
    Neurônios von Economo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
    Quando Tiramos as Rodinhas: Distúrbios Motores . . . . . . . . . . . . 174
    Miastenia grave . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174
    Danos à medula espinhal e ao cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175
    Degeneração dos gânglios basais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175
    Doença de Huntington . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176

    CAPÍTULO 11:Ações Inconscientes com Grandes
    Implicações
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177
    Trabalhando nos Bastidores: O Sistema Nervoso Autônomo . . . . 178
    Entendendo as funções do sistema nervoso autônomo . . . . . 178
    Dividindo e conquistando: Subsistemas simpático
    e parassimpático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179
    Controlando o sistema nervoso autônomo . . . . . . . . . . . . . . . . 181
    Sinais de cruzamento: Quando o sistema nervoso
    autônomo erra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184
    Bons Sonhos: O Sono e os Ritmos ou Ciclos Circadianos . . . . . . . 185
    Sincronizando o relógio biológico com exposição à luz . . . . . . 185
    Observando os diferentes estágios do sono . . . . . . . . . . . . . . . 187
    Associações funcionais dos ritmos cerebrais . . . . . . . . . . . . . . 190
    Controlando os ciclos do sono . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
    Sonhos não tão bons: Combatendo os distúrbios do sono . . 193

    PARTE 4: INTELIGÊNCIA: O CÉREBRO PENSANTE
    E A CONSCIÊNCIA
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195

    CAPÍTULO 12:Entendendo a Inteligência, a Consciência
    e as Emoções
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197
    Definindo Inteligência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198
    Entendendo a natureza da inteligência: Geral
    ou especializada? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198
    Componentes da inteligência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202
    Observando os diferentes níveis de inteligência . . . . . . . . . . . . 205
    Inteligência Emocional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206
    Lidando com memórias de reações emocionais fortes . . . . . . 207
    Emocionando-se com o sistema límbico . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207
    Entendendo a Consciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211
    Analisando suposições sobre a consciência . . . . . . . . . . . . . . . 211
    Tipos de consciência.....................................212
    Estudando a consciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213
    Dois campos e um meio-termo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216
    Processamento inconsciente: Visão cega, negligência
    e outros fenômenos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218

    CAPÍTULO 13:Como o Cérebro Processa os Pensamentos . . . 221
    O Cérebro: Assumindo o Comando em Vários Níveis . . . . . . . . . . 222
    Tudo sobre o Neocórtex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223
    Os quatro principais lobos do cérebro e suas funções . . . . . . 223
    Substância cinzenta versus substância branca . . . . . . . . . . . . . 225
    Conectividade universal versus de pequeno mundo . . . . . . . . 226
    Minicolunas e os seis graus de separação . . . . . . . . . . . . . . . . . 227
    Definindo a estrutura de seis camadas do córtex . . . . . . . . . . 227
    Viva o neocórtex! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
    Controlando o Conteúdo do Pensamento: Caminhos
    Sensoriais e Hierarquias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
    Retransmissões sensoriais do tálamo ao córtex . . . . . . . . . . . . 231
    O hipocampo: Especializando para memória . . . . . . . . . . . . . . 234
    Dividindo e Conquistando: Linguagem, Visão e os
    Hemisférios Cerebrais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235
    Sistemas cerebrais especializados para linguagem . . . . . . . . . 235
    Vendo o todo e as partes: Assimetrias de
    processamento visual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237
    Onde Mora a Consciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238
    Linguagem e o dano do hemisfério esquerdo ou direito . . . . 238
    Entendendo o “intérprete do lado esquerdo” . . . . . . . . . . . . . . 240

    CAPÍTULO 14:O Cérebro Executivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
    Obtendo o Cérebro que Você Tem Hoje: O Neocórtex versus
    Seu Cérebro Reptiliano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
    Meu neocórtex é maior que o seu: Observando
    tamanhos relativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
    A relação entre o tamanho do córtex pré-frontal e
    a habilidade de perseguir metas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245
    Memória Operacional, Resolução de Problemas e o Córtex
    Pré-frontal Lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246
    Processos cerebrais gerindo memória operacional . . . . . . . . . 246
    Os limites da memória operacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248
    Perseverança: Ficando com o velho, mesmo quando
    não funciona mais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
    Decidindo-se e Mudando de Ideia: O Córtex Orbitofrontal . . . . . . 252
    Pressentindo: Reações emocionais aprendidas . . . . . . . . . . . . 252
    Apostando em acertar: Correr riscos, aversão e prazer . . . . . 253
    Raciocínio baseado em casos: Pensando sobre
    consequências sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253
    Já estamos chegando? O Córtex Cingulado Anterior . . . . . . . . . . . 254
    Registrando erros e mudando de táticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
    Agindo sem pensar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
    Quem está cuidando da loja? Problemas no córtex
    cingulado anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256

    CAPÍTULO 15:Aprendizado e Memória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257
    Aprendizado e Memória: Mais uma Maneira de se Adaptar
    ao Ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258
    Adaptações de desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259
    Aprendizado clássico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259
    Enviando Mais ou Menos Sinais: Adaptação versus Facilitação . . 260
    Adaptação..............................................260
    Facilitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261
    Estudando habituação e sensibilização em lesmas do mar . . 262
    Explorando o que Acontece Durante o Aprendizado:
    Mudando Sinapses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
    Cálculo neural: Portas neurais E e OU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
    O neurônio McCulloch-Pitts . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265
    Reconectando seu cérebro: O receptor NMDA . . . . . . . . . . . . . 266
    O Papel do Hipocampo no Aprendizado e na Memória . . . . . . . . 270
    Passando da memória de curto para longo prazo . . . . . . . . . . 271
    Uma matriz de detectores de coincidências . . . . . . . . . . . . . . . 272
    Lembrando-se de como saber: Mecanismos corticais . . . . . . . 274
    Saber versus saber que você sabe: Contexto e
    memória episódica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275
    Perdendo sua Memória: Esquecimento, Amnésia e
    Outros Distúrbios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276
    Ficando mais Crânio: Melhorando seu Aprendizado . . . . . . . . . . . 278
    Distribuindo o tempo de estudo por muitas sessões curtas . 279
    Dormindo o suficiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279
    Praticando em sua mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280
    Recompensando e punindo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280

    CAPÍTULO 16:Desenvolvendo e Modificando Circuitos
    Cerebrais: Plasticidade
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281
    Desenvolvendo desde a Concepção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282
    Surgindo da ectoderme: O sistema nervoso embrionário . . . 283
    Adicionando camadas: O desenvolvimento do
    córtex cerebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285
    Conectando tudo: Como os axônios conectam várias
    áreas do cérebro umas às outras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288
    Aprendendo com a Experiência: Plasticidade e o
    Desenvolvimento de Mapas Corticais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290
    Mapeando tudo: Colocando-se em um mundo visual,
    auditivo e de toque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291
    Disparando e conectando: Observando a lei de Hebb . . . . . . 291
    Efeitos ambientais: Inato versus adquirido . . . . . . . . . . . . . . . . 293
    Genética: Especificando o procedimento de
    construção cerebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294
    Escolhendo o Caminho Errado: Distúrbios do Sistema
    Nervoso do Desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296
    Buscando erros genéticos do desenvolvimento em
    ratos mutantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298
    Efeitos ambientais no desenvolvimento do cérebro
    humano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299
    O Envelhecimento Cerebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300
    Vivendo muito e bem: Mudanças da expectativa de vida
    em estratégia cerebral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301
    Acumulando afrontas: Disfunções cerebrais específicas
    da idade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302
    Doenças autoimunes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303
    Derrames . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304
    Tumores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304

    CAPÍTULO 17:Disfunções Neurais, Doenças Mentais
    e Drogas que Afetam o Cérebro
    . . . . . . . . . . . . . . . . . 305
    Observando as Causas e Tipos de Doenças Mentais . . . . . . . . . . . 306
    Avarias genéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307
    Doenças mentais do desenvolvimento e do ambiente . . . . . . 308
    Doenças mentais com componentes genéticos e do
    desenvolvimento misturados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309
    A Promessa dos Produtos Farmacêuticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315
    Remédios que afetam os receptores GABA . . . . . . . . . . . . . . . . 316
    Remédios que afetam a serotonina........................317
    Remédios que afetam a dopamina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317
    Algumas substâncias psicoativas naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . 317

    PARTE 5: A PARTE DOS DEZ................................... 319

    CAPÍTULO 18:Dez (Ou Mais) Estruturas Cerebrais Cruciais . . 321
    O Neocórtex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322
    O Tálamo, Passagem para o Neocórtex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322
    O Pulvinar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323
    O Cerebelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323
    O Hipocampo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 324
    Áreas de Wernicke e de Broca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 324
    A Área Facial Fusiforme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325
    A Amígdala . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326
    O Córtex Pré-frontal Lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326
    A Substância Negra (Gânglios Basais) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327
    O Córtex Cingulado Anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327

    CAPÍTULO 19:Dez Truques dos Neurônios que os Fazem
    Fazer o que Fazem
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329
    Superando o Limite de Tamanho do Neurônio . . . . . . . . . . . . . . . . 330
    Obtendo o Maior Retorno com Espinhas Dendríticas . . . . . . . . . . 331
    Receptores Ionotrópicos: Permitindo que Neurônios se
    Comuniquem Quimicamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331
    Especializando-se para os Sentidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332
    Calculando com Correntes de Canais Iônicos . . . . . . . . . . . . . . . . . 332
    Mantendo o Sinal Forte por Longas Distâncias . . . . . . . . . . . . . . . . 333
    O Axônio: Enviando Sinais da Cabeça aos Pés . . . . . . . . . . . . . . . . . 334
    Acelerando as Coisas com a Mielinização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334
    Homeostase Neural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335
    Mudando os Pesos Sinápticos para se Adaptar e Aprender . . . . . 336

    CAPÍTULO 20:Dez Fatos Incríveis sobre o Cérebro . . . . . . . . . . . . 337
    Ele Tem 100 Bilhões de Células e um Quadrilhão de Sinapses . . 338
    A Consciência Não Reside em Nenhuma Área Específica
    do Cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
    Ele Não Tem Receptores de Dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339
    Cortar o Maior Trato de Fibra no Cérebro Produz Menos
    Efeitos Colaterais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340
    O Cérebro de Einstein Era Menor que a Média . . . . . . . . . . . . . . . . 341
    Adultos Perdem Várias Centenas de Milhares de Neurônios
    por Dia Sem Efeito Perceptível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341
    Grama por Grama, Requer Bastante Energia...................342
    É um Mito que Usamos Apenas 10% de Nosso Cérebro . . . . . . . . 343
    Danos Cerebrais Podem Resultar em Habilidades Prodígios . . . . 344
    Cérebros Adultos Podem Desenvolver Novos Neurônios . . . . 345

    CAPÍTULO 21:Dez Tratamentos Promissores
    para o Futuro
    . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347
    Corrigindo Distúrbios do Desenvolvimento pela
    Terapia Genética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 348
    Aumentando o Cérebro com Manipulação Genética . . . . . . . . . . . 348
    Corrigindo Danos Cerebrais com Células-Tronco . . . . . . . . . . . . . . 349
    Usando Estimulação Profunda do Cérebro para Tratar
    Distúrbios Neurológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350
    Estimulando o Cérebro Externamente Com EMT e ETCC . . . . . . . 351
    Usando Neuropróteses para Perdas Sensoriais . . . . . . . . . . . . . . . 351
    Lidando com a Paralisia com Neuropróteses . . . . . . . . . . . . . . . . . 352
    Construindo um Cérebro Melhor com Neuropróteses . . . . . . . . . 353
    Engajando-se em Aprendizado Controlado por Computadores . 354
    Tratando Doenças com Nanorrobôs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354

    ÍNDICE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357

    Informações Técnicas

    Nº de páginas:384
    Origem:Internacional
    Editora:Editora Alta Books
    Idioma:Português
    Edição:1ª Edição
    Ano:2017
    ISBN:9788550801735
    Encadernação:Brochura
    Autor:Frank Amthor
  • Informações

Avaliação técnica sobre o livro

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